As 2 semanas desses 8 meses

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Tudo comecou numa noite fria de sábado. Naquela noite o céu estrelado era o nosso teto, o ar gelado e você com seu violão, cantando uma canção. Uma canção que você tinha escrito para mim. “Canta para mim?”. Escrita na letra a confissão de amor e assim que o som parou, veio o pedido. “Você quer namorar comigo?”. Meu coração bateu a mil, tentava respirar e o ar não vinha, depois de alguns minutos, eu disse sim.

Eu não estava convicta de minha resposta, aliás, quantas vezes você já não tinha feito este pedido? E todos eles era após de alguma situação ruim que tinha acontecido, e você pedia por impulso uma forma de “não vai , por favor”, mesmo eu tendo milhares de razões para te deixar. Mas as pessoas mudam nao é mesmo? Eu acredito que elas podem mudar, alias, por que você faria isto de novo? Não havia motivo.

Embora com algumas confissões que me deixou extremamente chateada, deixei de lado. “Vamos superar, como sempre superamos qualquer obstaculo que houve nestes 8 meses”. No dia seguinte você teve que ir para sua cidade, aliás, tinha trabalho de faculdade. Ligações todos os dias com  mais de 01 hora de duração, lágrimas, sorrisos e provocações. Dia do seu aniversário. Por que não ficar com você não é mesmo? Deixei outra pessoa em meu lugar no trabalho, sai somente com o cartão no bolso, mala e 01 da madrugada estava na rodoviaria. Foram exatamente onze horas de cansaço, sentada no onibus esperando para te ver. “Feliz aniversário meu amor” . Abraço apertados, sorriso estampado. Eu te amava e já fazia tempo.

Um role tranquilo, numa bicicleta, andando no meio da pista, sob o por do sol. Dia seguinte, o nosso acampamento. Seus amigos todos já haviam desistido, eu morrendo de medo dos bichos que poderiamos encontrar, você já não querendo ir, “Vamos amor, se eles não querem ir, tudo bem, mas planejamos isso, vamos mesmo assim”.

Aprendi montar uma barraca, escolher gravetos para fogueira. Nove horas da noite seus amigos apararecem. A fogueira mesmo baixa, ficou acesa. Deitamos no chão e a cabeça lado a lado, observamos as estrelas. Somos tão pequenos comparado a imensidão do universo. Algo tão simples, mas que fez um bem e tanto para a alma, com a pessoa que amo do lado, eu estava feliz.

Você decidiu voltar comigo, desistiu de fazer a prova da faculdade, adiantou suas férias. Passamos dias juntos e momentos bons. Ficar esses dias com você, fez eu repensar sobre tudo, e que as coisas passadas que ocorreram nestes 8 meses juntos já não era nada. O importante é que gostavamos um do outro e que estavamos juntos. Superei o nosso passado e estive disposta a construir um novo futuro. Mas logo depois isso acabou. Nem sempre as coisas são perfeitas, não é mesmo?

Fomos criados em mundo diferente, educação diferente. Voce sempre estudou em escolas bem nomeadas, já eu nas escolas mais básicas e com uns comentários não tão bom. Sua casa é como uma escola de música, você toca lindamente qualquer tipo de instrumento, já eu, com cursos que fiz a 7 anos atrás e nem me lembro mais como tocar uma bateria, mas tudo bem, eu tenho aquele violão que comprei justamente para você me ensinar tocar. E eu gosto disso. Você sabe desde os melhores compositores, cosmos até quantos litros de agua é usada para ser feita uma calça jeans. Já eu, só sei da cultura asiatica, já que trabalho com isto e um pouquinho de signos. Você queria que eu pudesse discutir sobre poesias de Vinicius de Morais, sobre os atomos do universo, enquanto eu: “Já ouvi falar sobre, mas não sei muito bem”. Isso te incomodava e convenhamos que não você tinha muita paciencia, sua expressão mostrava nitidamente isto. Eu tentei juro por Deus que tentei, eu pesquisei para tentar saber mais do assunto, e não foi porque eu sentia que isso ia fazer que você gostasse mais de mim, mas porque eu comecei gostar dessas coisas tambem, só não sabia muito sobre.

Sexta feira, dia 4 de agosto, o fim. Você disse de que uma coisa que você tinha certeza é que não queria namorar agora e deu inumeras desculpas clichês para terminar o relacionamento. Sabe, eu não vou insistir numa coisa em que outra pessoa não sabe o que quer. Voce deveria ter pensado isto antes de ter me feito este pedido, fazer eu confiar em você novamente, criar expectativas e depois destroi-las como se não fosse nada. E ainda quer que sejamos amigos? que continue como estavamos antes, ficar mas sem compromisso? eu já fiquei neste joguinho por 7 meses e 2 semanas, estava cansada disto e eu deixei bem claro, quando dei um basta e me afastei de você, até você vir como se nada tivesse acontecido e me pedir para termos um compromisso.

Sabe garoto, eu desperdicei muito meu tempo com você, me preocupei muito, gastei muito meu dinheiro e minha maquiagem por alguém que só me viu como companhia para não ficar sozinho. Eu não quero mais isso e mesmo eu dizendo que não desistiria de nós. Eu desisti, porque eu acredito que mereço muito mais do que isso. Me iludi achando que isto fosse algo reciproco, mas não era.

5 Dicas para quem pretende morar sozinho, após e antes da maioridade.

Quando eu era mais nova eu falava que assim que completar 18 anos, gostaria de ir morar sozinha. Porém, na vida acontece vários imprevistos e eu acabei saindo de casa 1 semana após eu completar os 16 anos. Estas dicas aqui, são baseadas nas minha expêriencia.

“Eu quero sair de casa, mas sou se menor, o que faço? Quero morar sozinha mas não faço minima ideia de como comecar.” Calma. A seguir tem 5 dicas para quem deseja morar sozinho e ser independente após ou antes de fazer os 18 anos.

1 – Ser emancipado 

Emancipação, poucas pessoas sabem o significado disto. Exemplificando é “se tornar maior de idade antes dos 18 anos”. Para conseguir a emancipação, seus responsáveis, pai e mãe, devem assinar um documento no cartório dando essa autoridade ao menor. Só consegue a emancipação caso o menor já tenha algum dos itens a seguir: economia própria (trabalho, formas de se sustentar), concluido o ensino médio, casado ou emprego público efetivo.

Lembrando que quando seu responsável é sua avó, o caso fica complicado e para sair a emancipação é necessário fazer a consulta pelo Juiz.

2 – Ser responsável

Quando você decide sair de casa, você deve estar ciente de que aquele absurdo de dinheiro que você gastava em festas ou em roupas devem ser diminuidos, até porque você terá contas para pagar e ter responsabilidade no emprego em que estiver. A palavra chave de tudo é: economia. Você pode até gastar com entretenimentos, mas não exagerar. Nunca gaste mais do que ganhe, jamais! Faça uma conta do mês usando o valor que você ganha, e abatendo o valor das contas a pagar, o que sobrar, aconselho guardar uma parte para imprevistos e o restante fica ao seu critério.

3 – Tenha alguns itens guardados

Quando estiver planejando aventurar nesta vida independente, é bom já ir comprando alguns utensilios, tanto de cozinha, sala, quarto, para quando se mudar não ter que gastar aquele dinheiro guardado.

4 – Tenha um dinheiro guardado

O mais essencial de todos. Não saia de sua casa sem nenhum centavo no bolso, tenha um dinheiro guardado. Nunca se sabe dos imprevistos.

5 – Tenha uma relação boa com sua familia

Como eu disse anteriormente, nunca se sabe quais imprevistos podem ocorrer. Principalmente se você ainda for de menor e não ser emancipado (como foi no meu caso), quando você ficar doente precisará de um acompanhante responsavel no hospital, inscrição da escola ou faculdade, deverá ser feito atráves de seus responsáveis. Então manter uma boa relação é essencial.

 

Pessoal, estes são os primeiros passos para vocês que planejam morar sozinhos. Acompanhe o blog que estarei postando mais coisas sobre a vida de ser independente. Espero que sigam e gostem das dicas.

Sobre você ter passado em minha vida

 

Desde o começo tudo foi meio complexo, te achei meio louco de primeira, não pelo fato de sua primeira fala comigo ser por conta do meu piercing no smile, mas logo depois, você querendo me levar para casa andando, mesmo podendo ir de carro. Ficamos sem se falar por um tempo, mas quando voltamos, percebi que você era realmente completamente pirado, me levando a fazer loucuras com você, invadindo festas e outros lugares, embora eu tenha me divertido muito. Você me parecia ser meio possessivo, arrogante, sombrio demais, mas isso nao mudava o fato de eu querer estar com você. Aliás, como eu disse agora pouco você “parecia”. Mudou muito desde então.

Você me fez lembrar de como é bom estar junto de alguém, alguém que topa fazer as maiores loucuras com você porque tambem é um louco. Mesmo com o nosso relacionamento estranho que ninguem conseguia entender, que sinceramente, acredito que nem eu e você entendiamos. Mas sabiamos curtir o momento, estar junto fazia um bem tão grande a mim, foi tão bom encontrar e ter você em minha vida. Espero que para você tambem.

Eu me sentia tão completa com você, embora as brigas, sempre davamos um jeito, o importante era nós ficar juntos. Mas não foi o que houve dessa ultima vez. Nós sentados na praça, tentando entender como que chegamos aquele ponto, você com seu jeito estourado, gritava, me ignorava. Eu acreditei que conseguiriamos se acertar dessa vez, aliás, ja passamos por coisas bem mais complicadas. Eu tinha medo de um dia isso acontecer, afinal, o futuro que eu não conseguia enxergar com alguém, por algum motivo eu me via nele com você. Tinha medo de não darmos certo, eu sei que entre nós era uma intensidade de medo, insegurança e ansiedade de que fim iamos tomar, e o fim foi triste, com brigas, palavras que só nos trouxe mais mágoas.

Sabe, eu fico me remoendo por dentro. E se eu tivesse feito as coisas diferentes? E se tudo desde o inicio fosse diferente? Foi uma chuva de mentiras, de decepções que nos separaram, eu entendo que aquilo desgatou nosso relacionamento ou o que quer seja que tinhamos, simplesmente tudo desapareceu.  E agora só me resta a saudade, das  lembrancas boa que temos, do som da sua voz, da sua barba por fazer, dos seus olhos brilhando sempre que ve um violão, dos seus textos metafóricos que tenho que ler umas cinco vezes para poder entender, da sua felicidade em contar algo que aprendeu na faculdade, do seu olhar de sonhador e o quão fascinado você fica falando quando diz que quer fazer a diferença no mundo. Eu ainda amo cada detalhe seu, mas infelizmente, nem tudo são rosas…

Quando eu acordo

 

Me lembro de que meses atrás, quando eu acordava meu primeiro pensamento do dia era você. O que iriamos fazer? O que iriamos comer? Qual canção você tocaria hoje?. Você era minha paz, meu alivio, meu porto seguro. Independente do que houvesse no meu dia, estar com você me fazia sentir bem. Escutar sua voz fazia minha postura de durona se desmanchar na hora. Estar em seus braços era meu ponto de paz, minha calma.

Mas as coisas mudam,não é mesmo?. Infelizmente mudam… E eu sei que é normal, nossas vidas passam por diversas situações. Porém, em você eu via algo no futuro entende? mesmo que a distancia tenha nos separado. Mas as coisas não continuaram a mesma.

Eu acordo e com toda certeza ainda penso em você, pego o celular na esperança de ter alguma mensagem sua, algum sinal que você esta bem, que me quer tambem. Na esperança de ver alguma notificação sua, me marcando em algum post aleatorio do Facebook, em alguma foto ou frase e um casal fofo viajando.

Agora quando acordo, desanima até de saber que não terei mensagens suas, ligação ou videos de saudade. Lembro dos dias em que me atrasava para ir trabalhar porque queria ficar pelo menos 10 minutos a mais deitada com você na cama. De quando chegava no meu trabalho e você me dava um beijo de despedida mas com um “Se vemos mais tarde”. Dos finais de semana, em que acordavamos tarde, comiamos alguma bobeira e tocavamos violao e cantava como se nao houvesse o amanhã. De quando olhavamos para o teto, as vezes sem falar absolutamente nada, apenas aninhado um ao outro, de baixo do cobertor que você só ficava nele por mim. Acordo imaginando que como da primeira vez que dormimos juntos, você estaria encostado na porta me observando dormir,ali pertinho de mim. Quando acordo, respiro fundo, chamo, choro, imploro para que você volte e fique tudo bem. Mas você não vem….

#Amor a distância: Antes de tudo

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Tudo começou com uma resposta na qual ele aguardava e deu certo. Se eu estava feliz por ele? Claro que sim, porém, agora eu me via a mais de 300 km de distancia, sem seu beijos e abraços e o som do violão na qual ele tocava todos os dias.

Falar sobre sentimentos por uma pessoa que está a quilometros de distancia, é um pouco complicado, as pessoas não entendem. No meu caso, é um pouco mais facil. Não foi um sentimento que surgiu sem eu conhecer ele, pelo contrário, eu já o conhecia até demais, chegamos até viajar juntos. A questão é que eu percebi que estava apaixonada quando descobri ele iria embora.

Eu gostaria tanto de poder entender o porque demorei tanto para perceber. Já tinhamos passado por tudo de ruim, e mesmo assim estavamos juntos, mesmo não havendo o motivo do porque. Mas estavamos lá, juntos. E somente depois de tudo isso, quando eu já não conseguia imaginar meus dias sem a presença dele; quando eu jogada no chão, chorava ao pensar que talvez não o veria nunca mais e que eu gostava tanto dele que mesmo muitas vezes querendo que ele partisse, gostaria de fazer de tudo para fazer ele ficar.

Talvez você se pergunte “Ah, mas não era o medo de ficar sozinha?”. Não. Nossa relação era intensa, cheias de problemas como qualquer outro. Passamos por coisas que achavamos que não iamos voltar, que na verdade, nem deviamos tentar ficar juntos novamente. Foi tuburlento. Hora estavamos perfeito e hora estavamos querendo matar um ao outro. Mas porque nós voltava ficar juntos novamente depois de tudo isso? É algo que nem eu sei explicar. No fundo, independente do que houve, eu o amava demais, a ponto de perdoar por tudo. Porque viver com ele era melhor do que estar longe dele. E é claro, eu reconhecia meus erros tambem.

Em uma relação, quando algo não esta dando certo, é preciso ter paciencia, refletir e é claro, assumir o terço de sua culpa. Pois se você joga o problema somente em uma pessoa, só gera mais conflitos. O jeito para se resolver é uma boa conversa, talvez não precise ser como em meu caso, que deixamos chegar ao limite de tudo para termos essa conversa, choramos, gritamos, usei palavras que acredito, que deve ter magoado. Mas no fim, foi necessário. Estamos ótimos hoje, apesar da distância.

As ultimas semanas ao lado dele, foi perfeito. Agora, manter esse sentimento, não é dificil, é doloroso, pois o que fica, é a saudade. Mas toda vez que sei que ele esta vindo, vem aquele desejo de fazer supresa, aquela ansiedade e a vontade de poder beijar ele de novo, abracar, escutar sua voz e ele tocando, falar sobre bobagens e assuntos tão aleatórios que não sabemos nem o motivo de como chegamos a tal assunto. E isso é o que tem me mantido firme. Mas vou confessar a vocês, é dificil.

A dificuldade de se entregar novamente

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Após algumas decepções, fica dificil dar um lugar à alguem a sua vida de maneira tão espontanea. Algumas decepções tanto na vida, tanto no jogo do amor, nos ajuda a racionalizar alguns sentimentos e algumas atitudes, por isso, gostar de alguém depois de um tempo não é tão simples como costumava ser. Em nossa cabeça criamos exigências, barreiras, mil problemas para que optemos para o não, o que poderia ser o sim.

Um meio de sobrevivência, talvez, de dizer que não precisamos de outra pessoa para ser feliz. Aprendemos coisas que nos deixam feliz, nos acalmam, fortalece, que nos aliviam e que nos fazem fugir da monotonia. Criamos um mundo particular confortavel que de certa forma nos faz bem, mas com um escudo intransponivel em volta, bloqueando qualquer outra pessoa que queira entrar.

Mas vira e mexe sempre aparece alguém de mansinho e bate na porta educadamente, querendo entrar, e por mais que essa pessoa mereça uma chance, dizer sim é complicado. É dificil sair do conforto de não sentir vazios no coração, nós na garganta, frio na barriga, esses efeitos colaterais que sentimos quando gostamos de alguém.

Gostar de alguém não é o fim do mundo, mas se fechamos por medo. Não medo de amar alguém, e sim medo de dar errado, de se entregar a toa, quebrar a cara, perder tempo em algo que foi em vão. É estranho, pois para passar por isso, não precisa simplesmente passar por uma desilusão amorosa, e sim, tambem ver ou presenciar o que acontece com pessoas próximas a nós.

Porém, ficar nesse lugar instransponivel as vezes só nos priva de viver algo incrivel. É contraditório esse medo das coisas darem errado. E se com essa pessoa funcionar? Quem me garante que dessa vez essa pessoa não irá embora? E se.. São perguntas que não sabemos responder, porém, não arriscamos saber. É como ter medo da aguá profunda, não temos medo de nadar, temos medo do possivel afogamento.

Por esses tempos pensei, talvez a solução para tudo isso seja se jogar de cabeça de vez, sem limitações, sem medo, só ir na onda. Se quebrar a cara, acontece, isso só será mais uma das coisas da vida que você tera que erguer a cabeça e superar.  Tudo na vida é um risco incalculável de incertezas, nunca saberemos o certo das coisas se não tentarmos. Mesmo que quando da errado e se afogamos em tristeza e perdemos toda aquela certeza que tinhamos, toda a coragem. Um dia as lagrimas secam e param, e a coragem nós recuperamos e as decepções, as falhas, se tornam aprendizados. Do que adianta viver se nos privamos de sentir?

Experiencias cotidianas

Conheci uma garota que conheceu um garoto. Ela era pé no chão, daqueles tipo de garota bem durona e ele o louco. E alias, eles se tornaram ótimos amigos.

Ele tatuava tudo o que queria, já ela falava e escrevia o que bem entendia, e o que não entendia, buscava entender. Uma certa tarde eles se beijaram, ela estava vulnerável. E o que antes era para ser somente um beijo, sem querer, para ela se tornou algo a mais. Fofocas surgiram por todo lado, diziam que ela era somente um passa-tempo, como muitas outras já foram. Ela se negava a acreditar e deixou por si deixar para lá. Chegou um certo tempo, nada mais era igual a antes, nem os sorrisos e nem o carinho. Ela fechava os olhos, pois não queria enxergar o que ela previa que estava para acontecer. E agora, você deve estar se perguntando.. “O que aconteceu?”

Poucos dias se passaram e o que ela mais temia se tornou realidade. Pelo que me contaram, ele a machucou demais e as coisas ficaram meio bagunçadas, descobriu que ele nunca a amou e nem a ninguém… Descobriu que foi somente mais uma marionete em sua coleção. Termo um pouco pesado de se usar, mas era realmente assim que ela se sentia.

Meses se passaram e enfim ela consegui o superar. A decepção fora demais para ela, a pessoa que uma vez já fora seu amigo, foi quem a mais a chateou. A garota ainda escreve textos, muitas vezes numa folha qualquer ou no bloco de notas do celular. Hoje ela é uma garota forte e quando pensa nele, o agradece, pois foi por essas e muitas outras experiencias cotidianas, que a fez ser o que ela é hoje.

Vou assumir que me identifico com ela e aposto que você também.